Arquivo de setembro de 2007

Batatas recheadas

Postado por auri em 25/set/2007 3 Comentários


Minha irmã é uma maravilhosa chef. Criativa e profunda conhecedora dos temperos, cheiros e sabores da culinária brasileira, ela consegue criar delícias com ingredientes simples e bem em conta. Hoje, por exemplo, ela fez batatas recheadas. Usou apenas batatas inglesas, bacon, queijo, orégano, salsa, cebola e azeite. Uma delícia. Quisera eu ter grana pra abrir um restaurante e botar esta menina para criar delícias e ganhar um bom dinheiro. Olha aí a foto! Diz se não dá água na boca?

Quando conheci Laura e Sofia

Postado por auri em 18/set/2007 1 comentário

Clique para ver as fotos
Este foi o meu primeiro encontro com Sofia. Coincidentemente, era seu aniversário de 1 ano. Nós fomos visitá-la na pousada de sua tia, no Cumbuco. Iago, Nina e Vital, já haviam tido o prazer de conhecê-la antes de mim. O papai Vitor, também foi. Pelo entrosamento dos dois, pude perceber que Sofia herdou dele um dos traços que mais gosto em sua personalidade: é por demais divertida. Amei conhecê-la.

Eu sempre preferi vermelho

Postado por auri em 10/set/2007 Comentar

A mãe, eu, Aurilene e Marcilene.

Finalmente uma foto minha quando criança. A minha mãe, linda. Já nem me lembrava como ela era. Aurilene, morena e loira. Eu já gostava de vermelho. Olha os cabelos! Assanhados! E a Marcilene, de cachinhos, vestidinho e meias 3/4.
Sessão nostalgia.

Vuk Cosic para sentir no dedo

Postado por auri em 04/set/2007 1 comentário

Sai procurando informações na internet que pudessem validar o que Florence de Meredieu afirma em seu livro acerca dos primeiros trabalhos de Net Art. 1996-97 seria o marco para o aparecimento de trabalhos que se pode incluir nesta categoria. Assim, deparei-me com Vuk Cosic. Um artista da Slovenia cuja atuação é basicamente voltada para o uso de mídias eletrônicas.

O site dele é uma boa maneira de sentir isto no dedo. Florence afirma que neste ano, quando Iago ainda mamava, Vuk criou um projeto de site totalmente destituido de caráter utilitário e comercial da internet. Do contrário, ele intencionava subverter o propósito e a finalidade da web.
Esta atitude criou uma farta discussão em fóruns digitais e chamou atenção para o potencial de expressão artística da internet.

Como sou atrevida, mandei um e-mail pra ele < vuk.cosic@gmail.com > pedindo ajuda para meu trabalho de conclusão de curso. Tomara que o cara leia antes de eu fazer a defesa. Será que o Cosik se garante, mesmo? Só no dedo pra saber. Ops! pra sentir! [ http://www.ljudmila.org/~vuk/ ]

Fora povo!

Postado por auri em 01/set/2007 Comentar

por Luis Fernando Verissimo

Pesquisa recente concluiu que a elite brasileira é mais moderna, ética, tolerante e inteligente do que o resto da população. Nossa elite, tão atacada através dos tempos, pode se sentir desagravada com o resultado do estudo, embora este tenha sido até modesto nas suas conclusões. Faltou dizer que além das suas outras virtudes a elite brasileira é mais bem vestida do que as classes inferiores, tem melhor gosto e melhor educação, é melhor companhia em acontecimentos sociais é incomparavelmente mais saudável. E que dentes!

A pesquisa reforça uma tese que tenho há anos segundo a qual o Brasil, para dar certo, precisa trocar de povo. Esse que está aí é de péssima qualidade. Não sei qual seria a solução. Talvez alguma forma de terceirização, substituindo-se o que existe por algo mais escandinavo. As campanhas assistencialistas que tentam melhorar a qualidade do povo atual só a pioram, pois se por um lado não ajudam muito, pelo outro o encorajam a continuar existindo. E pior, se multiplicando. Do que adianta botar comida no prato do povo e não ensinar a correta colocação dos talheres, ou a escolha de tópicos interessantes para comentar durante a refeição? Tente levar o povo a um restaurante da moda e prepare-se para um vexame. O povo brasileiro só envergonha a sua elite.

Se não tivéssemos um povo tão inferior, nossos índices sociais e de desenvolvimento seriam outros. Estaríamos no Primeiro Mundo em vez de empatados com Botswana. São, sabidamente, as estatísticas de subemprego, sub-habitação e outros maus hábitos do povo que nos fazem passar vergonha.

Que contraste com a elite. Jamais se verá alguém da elite brigando e fazendo um papelão numa fila do SUS como o povo, por exemplo. Mas o que fazer? Elegância e discrição não se ensina. Classe você tem ou não tem. Mas o contraste é chocante, mesmo assim. Esse povo, decididamente, não serve.

Se ao menos as bolsas-família fossem Vuitton…