Arquivo de abril de 2009

Mundo gripado com gosto de bacon

Postado por auri em 28/abr/2009 Comentar

Não é novidade. Já tivemos um susto assim em 1988. Agora, porém, o toucinho saiu do chiqueiro e passou para a cutis perfumada do homem. Deveríamos ser todos vegetarianos e deixar os bichos em paz? Ou será que teríamos uma epidemia de gripe da alface? Gripe do pepino? Meu bacon tá no ponto. Vou ter que ir.

SAMPA com cara de FORTAL

Postado por auri em 09/abr/2009 4 Comentários

Chegamos hoje na terra da garoa e o sol estava a pino. Nada da tão famosa chuvinha fina tão cantada, tão espalhada. O clima seco, quente, faz lembrar nossa Fortaleza num dia sem vento. Saí de lá e deixei o chão molhado, a brisa gelada e o céu nublado. Vital me disse que choveu e estava sentindo até frio. É, parece que aonde eu vou, o calor vai atrás!

Estamos num hotel que fica na Av.Ipiranga. Muitos estabelecimentos normais durante o dia que ao anoitecer viram boates gays. Muitos rapazes abraçados, beijos e comentários me fez lembrar de Harvey Milk e da liberdade de ser.

Comi no restaurante O Gato Que Ri, que não tem gato, mas muita massa. Pagamos caro, mas foi pra homenagear meu marido. Na juventude, ele costumava comer no memo lugar e recomendou a lasanha verde. Eu fui de espaguetti, que não gosto de arriscar com comida. Nina seguiu a dica dele e amou.

Pela tarde saimos para dar uma volta e conhecer a vizinhaça. Fomos na Galeria do Rock e passamos bem no meio da Praça da República. Só foto explica!

Por falar em fotos só depois. Não vou sair enfiando qualquer cabo no meu plug…

Fortaleza com cara de Londres

Postado por auri em 03/abr/2009 2 Comentários

É, eu sei que lá na terra da Rainha que ganhou um iPod do Obama, é muito mais cruel quando chove. Mas hoje quando acordei, senti-me dentro de uma história de Edgar Alan Poe. 

O gato preto estava no hall, perto do elevador, bloqueando minha passagem, de maneira ameaçadora. Seus olhos frios me encaravam desafiadores e pareciam dizer que sabiam de tudo. Arrepiei-me toda e dei meia volta. O conto de Poe passou em questão de segundos na minha cabeça e lembrei-me de ter a prudência de não ameçar os gatos pretos.

Súbito, dei de cara com esta paisagem. Chuvosa, a cidade estava escura e bem sinistra. Perfeita para um conto de terror como só o mestre sabia fazer. 

Detive-me por alguns instantes a apreciar e viajar nesta encantadora vista e esqueci do felino ébano que me espreitava. Ao voltar, ele tinha-se ido. Ou será que ali  nunca esteve?